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Curiosidades no mundo da Tecnologia

Semana passada eu estava vendo um vídeo no YouTube e comecei a perceber que nosso mundo está perdido. Parece que o “demo” está em todas as partes, começando pelos jogos, invadindo o mundo Pokémon, passando pelo HD do SATA e chegando aos mais divertidos assuntos que existem.

A meu ver, ficou claro que as pessoas que trabalham em conjunto com o “Coisa Ruim” não estão dando um dia de folga ao mundo do entretenimento. E foi aí que eu fiquei triste, porque com todo mundo alegando que as coisas que eu gosto são do mal, não posso teimar o contrário, afinal, eu sou só um pobre coitado que não entende dessas coisas.

Agora estou mudado, encontrei a luz no fim do túnel, até troquei meu número de celular para não ter uma linha com o dígito 6. Aconselhei minha família a fugir desses conteúdos, afinal, não posso guardar esses segredos e deixar os que amo serem influenciados por vídeos produzidos apenas para idolatrar o mal.

E esse foi o relato de um homem que conseguiu assistir aos 32.934 vídeos disponíveis na web com alertas para as armadilhas do “Coisa Ruim”.

Atenção!

Antes de relatar quaisquer situações, queremos salientar que o Baixaki não criou este artigo para discussões religiosas. O texto objetiva informar e mostrar alguns casos aleatórios e muitas vezes engraçados que invadem a web diariamente. Boa leitura!
Os monstros de bolso

O jogo Pokémon foi lançado no ano de 1996 e logo após o surgimento do game, comentários dos mais diversos tipos surgiram nos quatro cantos do mundo. Enquanto crianças e adolescentes queriam ter um Pikachu, alguns adultos tinham preocupações com esse vício frenético no jogo.

A princípio os monstrinhos de bolso (pocket monsters) moravam na telinha dos Game Boys (console da Nintendo), porém em pouco tempo, eles viraram estrelas de TV. O que antes era um privilégio do Japão espalhou-se rapidamente pelo mundo. A febre aumentou e os pokémons incomodaram os religiosos.

Representantes das mais diversas religiões decidiram alertar aos fiéis, relatando que os pokémons eram do mal e estavam diretamente relacionados com o “Coisa Ruim”. Acontece que os alertas não ficaram apenas nos templos, mas foram parar na web. E aí a confusão começou!

Semana passada eu estava vendo um vídeo no YouTube e comecei a perceber que nosso mundo está perdido. Parece que o “demo” está em todas as partes, começando pelos jogos, invadindo o mundo Pokémon, passando pelo HD do SATA e chegando aos mais divertidos assuntos que existem.

A meu ver, ficou claro que as pessoas que trabalham em conjunto com o “Coisa Ruim” não estão dando um dia de folga ao mundo do entretenimento. E foi aí que eu fiquei triste, porque com todo mundo alegando que as coisas que eu gosto são do mal, não posso teimar o contrário, afinal, eu sou só um pobre coitado que não entende dessas coisas.

Agora estou mudado, encontrei a luz no fim do túnel, até troquei meu número de celular para não ter uma linha com o dígito 6. Aconselhei minha família a fugir desses conteúdos, afinal, não posso guardar esses segredos e deixar os que amo serem influenciados por vídeos produzidos apenas para idolatrar o mal.

É tudo do mal...

E esse foi o relato de um homem que conseguiu assistir aos 32.934 vídeos disponíveis na web com alertas para as armadilhas do “Coisa Ruim”.

Atenção!

Antes de relatar quaisquer situações, queremos salientar que o Baixaki não criou este artigo para discussões religiosas. O texto objetiva informar e mostrar alguns casos aleatórios e muitas vezes engraçados que invadem a web diariamente. Boa leitura!
Os monstros de bolso

O jogo Pokémon foi lançado no ano de 1996 e logo após o surgimento do game, comentários dos mais diversos tipos surgiram nos quatro cantos do mundo. Enquanto crianças e adolescentes queriam ter um Pikachu, alguns adultos tinham preocupações com esse vício frenético no jogo.

A princípio os monstrinhos de bolso (pocket monsters) moravam na telinha dos Game Boys (console da Nintendo), porém em pouco tempo, eles viraram estrelas de TV. O que antes era um privilégio do Japão espalhou-se rapidamente pelo mundo. A febre aumentou e os pokémons incomodaram os religiosos.

Representantes das mais diversas religiões decidiram alertar aos fiéis, relatando que os pokémons eram do mal e estavam diretamente relacionados com o “Coisa Ruim”. Acontece que os alertas não ficaram apenas nos templos, mas foram parar na web. E aí a confusão começou!

Choveram comentários nos vídeos do YouTube e apareceu gente de todas as partes para expressar opiniões nos mais diversos idiomas. O espaço para comentários nos portais virou uma arena e ninguém pensou duas vezes em criticar ao máximo ou defender com unhas e garras as opiniões expressas nos vídeos.

Felizmente, parece que todo o falatório não resultou em nada, porque hoje, mais de dez anos após os acontecimentos, os pokémons coexistem com a religião e é muito raro ver alguém atacando os monstrinhos. De qualquer maneira, eu nunca mais verei Pokémon, porque agora eu gosto do Ben 10!
“Avada Kedavra” neles!

Harry Potter é um personagem fictício criado por J. K. Rowling. Famoso nos livros e nos cinemas, o menino bruxo que perdeu os pais quando pequeno cresce pensando no grande combate que terá contra o pior inimigo de todos os tempos: o assassino que fez dele um órfão.

As histórias do menino bruxo fizeram enorme sucesso no mundo todo e no começo houve muita repercussão entre muitos religiosos. A alegação era que Harry Potter tratava-se de uma obra que enaltecia e incitava a prática de bruxaria.

Como é possível ver, todo mundo virou bruxo e agora vivemos em um ambiente parecido com Hogwarts. Eu mesmo estava vindo trabalhar com minha vassoura Nimbus 2001 (a Firebolt estragou) e no caminho aproveitei para espalhar o caos lançando o feitiço “Avada Kedavra” no pessoal que tentou ficar no meu caminho.

Na realidade, essa última parte não aconteceu. Todavia, a obra Harry Potter sofre muitas críticas, que apesar disso não afetar quase nada o sucesso dos livros e dos filmes. Este mês foi lançada a primeira parte do último filme e parece que a “apologia” à bruxaria, supostamente insinuada pela autora J. K. Rowling, não deu muito certo.
Disco que funciona ao contrário

Tudo bem, talvez os casos citados até agora não tiveram muito fundamento, mas nem experimente fazer o que vou falar agora. Jamais, nunca, nunquinha toque músicas do Raul Seixas ao contrário. Eu estava no YouTube e descobri que todas elas possuem mensagens subliminares (assim como este texto, que não deve ser lido ao contrário!).

Muitos usuários vêm postando vídeos nos quais determinadas músicas são reproduzidas normalmente e em seguida ao contrário. Em algumas até é possível compreender uma ou duas palavras, mas para quem procura por mensagens, elas são encontradas aos montes.

Talvez até existam mensagens subliminares e, quem sabe, muitas sejam de adoração ao “Coisa Ruim”, porém, fico me perguntando: será que nosso cérebro tem a capacidade de ouvir uma música comum e invertê-la sem a utilização de um software? E outra dúvida surge: por que reproduzir um som ao contrário?

Não tenho respostas para essas perguntas, no entanto, nós, seres humanos, somos curiosos e claro que vamos fazer tudo ao contrário para ver o que acontece. Bom, depois de tanto falar nisso, acho que vou reproduzir minha coleção de MP3. Vai que eu encontro um segredo de um cofre...
As tecnologias do mal

Você já usou uma porta USB do seu computador? Com certeza já, afinal, todos conectam mouses, teclados, pendrives e uma enorme variedade de periféricos nessas portas. Todavia, tem gente que diz que a USB é do “bicho lá de baixo”. Hã? Como assim?

O nome USB em si não tem nada de mais, porém o símbolo da tecnologia despertou um raciocínio além do comum em alguns religiosos. Como citado previamente em uma notícia aqui no Baixaki, uma igreja de São Paulo proibiu os fiéis de usarem a tecnologia pelo fato de a logomarca ser um tridente.

Outro caso mais antigo tem relação com os discos rígidos do tipo SATA. Alguns blogs postaram os absurdos que uma pessoa disse com relação ao HD SATA. O sujeito disse que o termo “SATA” remetia ao nome “Satanás”, motivo pelo qual os consumidores deviam evitar esse tipo de produto.

Como não sou bobo, colei um adesivo nos símbolos dos dispositivos USB. Já os discos do tipo SATA não tiveram salvação (afinal, são do mal...), tive que trocá-los por HDs PATA. Tomara que os discos com interface paralela não tenham nenhuma ligação com essas coisas ruins...

A maçã envenenada

Você tem um iPhone? Um iPad? Talvez um iPod? Se a resposta for sim para uma dessas perguntas ou se você se encaixa no quadro de consumidores com produtos Apple, talvez deva tomar cuidado com seu produto: ele pode ser um item do mal.

É isso mesmo, para alguns religiosos, a marca da Maçã representa o fruto proibido relatado na Bíblia. E mais, a mordida na logo significa que o comprador está consumindo um pedaço do mal. Outros ainda vão além e insistem em dizer que a letra “i” utilizada no início dos nomes dos produtos da Apple vem da palavra “inferno”.

Não querendo desmentir ninguém, mas é bom salientar que a Apple não é uma empresa brasileira, motivo pelo qual não se deve relacionar a letra “i” com inferno, pois em inglês a palavra inferno é traduzida como “hell”, ou seja, teríamos o hPhone e o hPad.

Mais um detalhe, a maçã da Apple é uma homenagem ao grupo dos Beatles — a gravadora fundada pela banda tinha o mesmo nome da companhia de Steve Jobs. Apesar de isso ter algum fundo de lógica, eu não sou bobo e não vou ser enganado! Já joguei meu iPhone no lixo e quebrei meu MacBook Air com um martelo. Não custa garantir...
O problema está no nome?

Bom, até agora não sabemos de alguém que tenha pensado que os jogos DEMOnstrativos são, na realidade, DEMOníacos. Entretanto, não custa alertar todos que tais jogos podem ser de origens maléficas.

Há algum tempo eu estava lendo um fórum desconhecido, de um site russo e encontrei informações sigilosas que revelam o real propósito das desenvolvedoras de jogos. Segundo o manuscrito básico, as empresas de jogos criam jogos para vender. Sim, isso é verdade, mas é um segredo, não conte para ninguém.

Para induzir os consumidores, elas oferecem um pedaço do jogo, que é carinhosamente apelidado como DEMOnstração, uma verdadeira tentação. Esta prévia do game serve para atrair novos fiéis para o mundo do mal que está presente nos jogos, e quando as pessoas querem mais, devem comprar a versão completa. Após as compras, as desenvolvedoras conseguem o que tanto queriam: muito dinheiro!
Tá, mas e o que o mal tem a ver?

Na verdade, o mal não existe, o que existe mesmo é a Nintendo. Você não leu errado! Um pastor decidiu invocar com essa fantástica empresa de jogos, alegando que tudo o que a empresa lançava era parte de uma tática para induzir os jogadores ao caminho do mal.

Ah tá, conta outra!

Primeiramente, é bom esclarecer os possíveis significados da palavra Nintendo. Muita gente informa que a palavra quer dizer: “Deixe que os céus façam por você”. Todavia, um registro histórico informa que a palavra significa: “a empresa que tem permissão para fazer (ou vender) jogos de cartas” — ou seja, algo que tem total relação com o início da companhia.

Apesar de existirem tais explicações, nem mesmo o bisneto do fundador da Nintendo sabe o real significado da palavra, mas já afirmou em alguns casos que acha plausível o significado “Deixe que os céus façam por você”.

Enfim, apesar de o significado não representar muito, ao menos esclarece que a palavra não tem nenhuma relação com “Compre jogos do Coisa Ruim” ou “Somos a empresa do mal e queremos sua alma”.

Novamente, eu não quis arriscar e passei com o carro em cima do meu Nintendo Wii. Aproveitei, peguei os discos do Mario e quebrei, afinal, não quero que um encanador que mata tartarugas habite em minha casa.

A Capcom que desenvolveu o jogo Resident Evil (o mal residente ). A empresa também não pode ser responsabilizada por outros jogos que são criados para sua plataforma, afinal, a ideia dos games vem das desenvolvedoras.

Por: Fabio Roberto Machado Jordão
www.baixaki.com.br

Gadgets

Gadget (em inglês: geringonça, dispositivo) é um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, leitores de mp3, entre outros. Em outras palavras, é uma "geringonça" eletrônica.

Na Internet ou mesmo dentro de algum sistema computacional (sistema operacional, navegador web ou desktop), chama-se também de gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis. O Google Desktop, o Windows Vista, o Mac OS X, o KDE e o Gnome são ambientes que aceitam alguns tipos de gadgets específicos, acrescentando funcionalidades ao desktop do sistema.

Os Gadgets têm função social de status (além da lógica finalidade do aparelho), quando se tratam de equipamentos ostensivos. Na medida a que se referem, em sua maioria, a equipamentos de ponta e por muitas vezes com preços elevados, a gíria Gadget é referência de produto tecnológico para poucos, embora seja usada de forma genérica quando se trata de software.

Além de seu mencionado uso como gíria tecnológica, cabe pontuar que o termo "gadget" ganha contornos específicos no campo da Psicanálise quando, na segunda metade do século XX, o psicanalista francês Jacques Lacan passa a dele fazer uso para referir-se aos objetos de consumo produzidos e ofertados como se fossem "desejos" pela lógica capitalista - na qual estão agregados o saber científico e as tecnologias em geral. Dentre estes gadgets, diz Lacan, encontram-se os "sujeitos-mercadorias", aqueles que incorporam de forma um tanto psicótica uma atitude de objetos de consumo breve e que, por isso, investem suas energias em provar-se "consumíveis" ou "desejáveis" aos olhos de eventuais parceiros ou do mercado, o grande senhor contemporâneo. Pela perspectiva lacaniana estes sujeitos-mercadoria não são de fato sujeitos, já que consomem "objetos" e ofertam-se ao consumo por "objetos", não ao estabelecimento de laços sociais.

Outras definições sobre Gadgets


Gadgets são mini-aplicativos criados para proporcionar informações e dados úteis, ou para melhorar uma aplicação ou um serviço Windows ou Web. Os exemplos de Gadgets podem ser desde um dispositivo que lhe informe o clima que funciona em seu desktop ou em sua homepage, um dispositivo RSS que extrai seus feeds favoritos ou a extensão de uma aplicação de negócios que mostra o estado atual de como andam seus negócios.
Assim, além de oferecer serviços diretos do próprio PC, os Gadgets tem a aparência que você lhês dê.

Fontes: Wikipédia / www.taeq.com.br

As 10 expressões mais exageradas da TI

Muitos termos que ouvimos sobre tecnologia parecem tão densos como o ar; mesmo assim, circulam por aí.

Muito do que se diz no mundo high-tech parece tão denso como o ar. Por exemplo: uma conexão móvel ou é 4G ou não é. Mas isso pode mudar se quem usa o termo é um CEO com tendências a distorcer a realidade, executivos de marketing ou representantes de venda.

Em outras palavras, o significado para alguns serviços e tecnologias vai depender de com quem você está conversando.

Eis aqui meus 10 termos técnicos favoritos que têm sido diariamente alterados, contorcidos e massageados por alguns dos maiores fornecedores de tecnologia da atualidade.

1. Cloud Computing – Se a coisa envolve alguma conexão à Internet, então com certeza está na “nuvem”. Certo? Errado! (E, para todos os efeitos, dizer “baseado na nuvem” para qualquer coisa soa ainda mais elegante!)

2. Velocidade ‘tipo’ 4G – Bem... Essa maleabilidade do termo 4G é uma reminiscência da época em que o rótulo de “banda larga” se aplicava a qualquer conexão mais rápida que a discada. Caiam na real, operadoras móveis: vocês não estão dizendo a verdade!

3. Líder do setor – Se por “líder do setor” você quer dizer “uma equipe de sete pessoas, com cinco clientes (um dos quais é seu tio), e um desejo enorme de ser comprado o mais cedo possível”, então eu acho que todas as startups realmente têm o direito de usar este slogan de marketing.

4. Segurança online – Agora mesmo tem um rapaz imberbe no interior da Estônia tentando burlar sua “solução de segurança”. Quem sabe não podemos consertar essa brecha daqui a dez anos?

5. Parceiro de valor – Isso até o dia em que o parceiro decidir não renovar seus acordos de licenciamento. Nesse caso, a grande empresa de TI ameaçará esse ex-parceiro de valor da mesma forma que Don Corleone ameaçou seu valoroso irmão Fredo.

6. Não seja mau – Que mal há em uma pequena maldade de vez em quando, desde que se tenha boas intenções?

7. Privacidade no Facebook – As políticas de privacidade dessa rede social (lembre-se do opt-in automático!) parece mudar com a mesma frequência com que Zuckerberg troca de camiseta.

8. Líder de pensamento – Se você já teve uma ideia realmente decente (vá lá, talvez dois ou três insights) a ponto tê-la divulgado em orgulho pelo Twitter ou pelo Facebook, desculpe – isso não o torna um líder de pensamento (ou guru, ou influenciador, ou expert).

9. Disponibilidade geral – Se um produto ainda vem sendo testado por um “grupo seleto de consumidores” (conhecidos também como ‘beta testers’) e tem mais bugs que seus primeiros exercícios de programação da faculdade, então ele não está nem perto do estado de disponibilidade geral (GA, na sigla em inglês).

10. Solução robusta – Desculpe, essa saiu da minha boca sem querer.

Por Thomas Wailgum, da CEO.com

O LimeWire está de volta

Equipe de desenvolvedores anônimos tomou o controle do software, que perdeu a barra Ask e ganhou todos os recursos da antiga versão Pro.

Pouco mais de um mês depois de ter sua morte decretada pela Justiça dos Estados Unidos – por permitir e estimular usuários a infringir as leis de propriedade intelectual - o LimeWire está de volta. O programa de compartilhamento de arquivos agora está nas mãos de uma equipe de desenvolvimento que, por motivos óbvios, prefere não se identificar.

“Em 26 de outubro, os (até então) responsáveis pelo LimeWire, foram obrigados a desligar os servidores da companhia e modificar as configurações de compartilhamento de seu programa. Foram expulsos, em uma tentativa de prejudicar a rede Gnutella”, disse uma fonte anônima em entrevista ao TorrentFreak.

“Pouco depois, uma horda de piratas subiu a bordo do barco abandonado, prepararam as velas, poliram os canhões, e o deixaram à disposição de toda a comunidade”.

Em seu retorno, o software agora é chamado de LimeWire Pirate Edition (LimeWire Versão Pirata). Ele pode ser encontrado em diversos sites de torrent e, por enquanto, só funciona no Windows. Baseado no beta 5.6 – liberado no começo deste ano, antes da decisão judicial – algumas melhorias foram promovidas: a barra do Ask não é mais instalada junto ao programa, a dependência em relação aos servidores LLC foi removida, e todos os recursos da antiga versão Pro, que era paga, foram adicionados.

“Não há programas espiões ou propaganda: nós, os piratas, estamos fazendo isso pelo bem da comunidade”, afirma na mesma matéria.

Histórico
Em 26 de outubro, a LimeWire LLC, empresa que mantinha o software, e seu fundador, Mark Gordon, foram considerados culpados em ação movida pela RIAA - associação que reúne as oito principais gravadoras dos Estados Unidos – depois de mais de quatro anos de reviravoltas.

A companhia foi obrigada não só a deixar de oferecer o programa para download, como também impedir que as pessoas que já o possuíssem continuassem a usá-lo para baixar arquivos.

A multa que incidirá sobre a empresa a LimeWire LCC será informada em 2011 – calcula-se que o dano causado às gravadoras ultrapasse o valor de 1 bilhão de dólares.

(Sarah Jacobsson Purewal)