Processador Intel Core i3
Chega de esperar—agora todos podem migrar para o desempenho inteligente. Por ser o primeiro nível da família de processadores da Intel, o processador Intel Core i3 é o ponto de entrada perfeito para uma experiência rápida e ágil com PCs.
Tecnologia Intel Hyper-Threading
Permite que cada núcleo do processador trabalhe em duas tarefas ao mesmo tempo, proporcionando o desempenho de que você necessita para multitarefa inteligente. Não permite que um grande número de aplicativos abertos torne você e o seu PC mais lentos.
Gráficos HD Intel
Os Gráficos HD Intel proporcionam um desempenho visual maravilhoso, com imagens mais nítidas, cores mais vibrantes e áudio e vídeo que parecem reais.Assista a filmes e vídeos pela internet em alta definição, jogue os games mais populares e obtenha suporte completo para o Microsoft Windows 7. É tudo integrado; não há necessidade de placa de vídeo adicional.
Processador Intel Core i5
Mais rápidos, mais inteligentes.
O processador Intel Core i5 proporciona desempenho sólido para as aplicações do dia a dia, mais a capacidade de aumentar a velocidade de acordo com a necessidade para tarefas exigentes.
Sobre o processador Intel Core i5
Tecnologia Intel Turbo Boost
Acelera automaticamente a velocidade do seu processador quando o seu PC necessita de desempenho extra—isso é desempenho inteligente com aumento de velocidade. Disponível em determinados modelos dos sistemas baseados no processador Intel Core i5.
Tecnologia Intel Hyper-Threading
Apresenta processamento multitarefa em quatro vias que permite que cada núcleo do processador trabalhe em duas tarefas ao mesmo tempo, proporcionando o desempenho de que você necessita para multitarefa inteligente. Você e o seu PC não ficarão lentos, por maior que seja o número de aplicativos que estiverem abertos ao mesmo tempo.
Gráficos HD Intel
Os Gráficos HD Intel proporcionam um desempenho visual maravilhoso, com imagens mais nítidas, cores mais vibrantes e áudio e vídeo que parecem reais. Assista a filmes e vídeos pela Internet em alta definição, jogue os games mais populares e obtenha suporte completo para o Microsoft Windows 7. É tudo integrado; não há necessidade de placa de vídeo adicional.
Processador Intel Core i7
A última palavra em desempenho inteligente
Obtenha o processador topo de linha que proporciona o que há de mais avançado em desempenho inteligente.
Informações sobre o processador Intel Core i7
Quer você seja um usuário sério de multitarefa ou um entusiasta da multimídia, o desempenho é muito importante. Então por que ficar limitado? Libere todo o seu potencial com a última palavra em desempenho inteligente do processador Intel® Core™ i7.
A última palavra em desempenho inteligente
Uma associação de cache de tamanho maior e frequências mais elevadas proporciona o que há de mais moderno em desempenho para as tarefas mais difíceis.
Tecnologia Intel Turbo Boost
Acelera automaticamente o processador quando o seu PC precisa de desempenho extra.
Tecnologia Intel Hyper-Threading
O processamento multitarefa em oito vias e quatro vias permite que cada núcleo do processador trabalhe em duas tarefas ao mesmo tempo, proporcionando o desempenho de que você necessita para multitarefa inteligente.
Família de Processadores Intel Core
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Anônimo
on sábado, 28 de agosto de 2010
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Como funciona a cabeça de um hacker ( Parte II )
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Anônimo
on sábado, 21 de agosto de 2010
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A Ciência Hacker
Pela complexidade, o que todos os hackers fazem é parte de uma ciência ou de uma arte que pode ser aprendida e dissecada para o seu melhor entendimento.
O hacking, assim como o phreaking, consiste em entender o funcionamento dos sistemas de informação como um todo e então tirar vantagem dele. As habilidades básicas se apóiam em quatro pilares:
1- Sistemas operacionais
Windows, Mac OS X, Unix e GNU/Linux são alguns exemplos. Cada sistema operacional trabalha com o computador de uma forma e pode ou não e¬xpor a sua complexidade para o usuário.
O conhecimento sobre sistemas operacionais é o primeiro pilar do hacking.
Sistemas operacionais mais seguros como Linux e Unix são a primeira escola fundamental para um hacker começar o seu aprendizado. Aqui ele aprende sobre permissões de acesso, senhas, protocolos de rede e programação Esses sistemas operacionais são os preferidos pelos hackers e pelos iniciantes.
Sistemas operacionais para usuários finais, como o Windows e o Mac OS, são escolhidos para o estudo quando o hacker pretende atacar usuários comuns.
2 - Programações de computadores
Não é verdade que todos os programadores são hackers. A grande maioria não é. Kevin Mitnick, que ficou famoso na década de 90 ao atacar os sistemas de telefonia dos EUA e os servidos de um funcionário da Agência de Segurança Nacional daquele país, já havia dito: “Ótimos programadores são péssimos hackers”. Quando um hacker estuda programação, ele vai além.
Movido pela curiosidade, um hacker busca saber como o programa funciona no computador, como um sistema operacional trata um programa de computador e como os administradores, humanos, sabem da existência do programa. É aqui também que surgem os crackers e criadores de vírus.
Saber programar é muito útil para qualquer hacker. É com isso que eles desenvolvem ferramentas e exploits que podem automatizar seus ataques e permitir acesso posterior à máquina invadida, com o uso de backdoors.
3- Sistemas de Comunicação: Redes de Computadores, Internet e Telefonia
O terceiro pilar do hacking é os protocolos de comunicação. Na época do phreaking, antes da internet, os sistemas de telefonia eram o alvo de estudo. Atualmente os protocolos de internet e rede de computadores são os mais estudados.
Saber como um computador se comunica com o outro é essencial para tirar proveito de comunicações secretas ou até se aproveitar de falhas e então tirar serviços importantes do ar.
4- Relações humanas: engenharia social
Quando os sistemas são praticamente fechados e seguros, a exemplo dos sistemas bancários, a falha mais passível de ser explorada é a humana.
As pessoas que lidam com o sistema sabem muito sobre ele, e o hacker se passando por outra pessoa pode conseguir informações confidenciais para entrar no sistema.
Essa técnica de se passar por outra pessoa para conseguir informações é chamada de engenharia social.
A engenharia social ficou muito famosa com hackers como Kevin Mitnick, que invadiu sistemas fechados se passando por funcionário das empresas, conseguindo com isso informações sobre o funcionamento dos sistemas que invadiu.
Nos tempos atuais, a engenharia social não é muito utilizada pelos hackers, uma vez que a maioria passa seu tempo nos computadores e com isso não tem muitos contatos sociais, falhando nas relações pessoais mais simples.
Hackers que fizeram história
Kevin Mitnick (Condor)
O mais famoso dos hackers chegou a roubar 20 mil números de cartões crédito e passeava pelo sistema telefônico dos EUA com total desenvoltura. Foi o primeiro hacker a entrar para a lista dos dez criminosos mais procurados pelo FBI. Depois de quatro anos de prisão. Mitnick está agora em liberdade e tem uma empresa que presta consultoria em segurança de sistemas.
Tsutomu Shimomura
Tsutomu Shimomura é um cientista da computação e hacker notório. Teve grande influencia na captura de Kevin Mitnick, um dos maiores crackers de todos os tempos. Escreveu o livro "Contra-ataque", em que conta como ajudou a prender Mitnick.
Kevin Poulsen (Watchman)
Kevin Poulsen, o Watchman, amigo de Mitnick, era um simples especialista em telefonia de rara habilidade. Em 1990, ganhou um Porsche num concurso realizado por uma emissora de rádio da Califórnia. O prêmio era para o 102º ouvinte que telefonasse. Poulsen invadiu a central telefônica, interceptou as ligações e garantiu seu prêmio. Passou quatro anos na prisão e hoje é diretor do site Security Focus.
John Draper (Captain Crunch)
John Draper, o Captain Crunch, é considerado o inventor do phreaking. No início dos anos 80, ele usava um simples apito de plástico para produzir o tom de 2.600 Hz, capaz de enganar o sistema telefônico americano. Assim, fazia ligações de graça.
Johan Helsingius (Julf)
O finlandês é responsável por um dos mais famosos servidores de e-mail anônimo. Foi preso após se recusar a fornecer dados de um acesso que publicou documentos secretos da Church of Scientology na Internet. Tinha para isso um 486 com HD de 200Mb, e nunca precisou usar seu próprio servidor.
Vladimir Levin (Rússia)
O russo Vladimir Levin é o ladrão digital mais notório da história. Ele liderou uma gangue russa que invadiu os computadores do Citibank e desviou US$ 10 milhões de contas de clientes. Levin foi preso na Inglaterra, quando tentava fugir do país. Ele dizia que um dos advogados alocados para defendê-lo era, na verdade, um agente do FBI.
Ehud Tenebaum (Analyser)
O israelense Ehud Tenebaum, o Analyser, foi preso em 1998, após ter participado de um bem-organizado ataque contra os computadores do Pentágono. Seus companheiros de conspiração eram dois jovens de Israel e mais dois da Califórnia.
Mike Calce (Mafiaboy)
Aos 15 anos, o canadense Mike Calce, o Mafiaboy, confessou ter orquestrado os ataques de indisponibilidade de serviço que derrubaram sites como Yahoo!, CNN e ZD Net em fevereiro de 2001. Ele foi sentenciado a 8 meses de prisão, por ter acarretado um prejuízo estimado em US$ 1,2 milhão. Ele é um exemplo de script kid. Alardeou tanto os seus feitos, que acabou sendo preso por isso.
O glossário do hacker
Dentro da comunidade hacker, a definição do termo hacker varia de socialmente muito positiva (indivíduos talentosos) a criminosa. De acordo com “The New Hacker’s Dictionary”, que traz as gírias, os jargões, o folclore, o estilo de falar e escrever, o modo de vestir, o tipo de educação e as características de personalidade dos hackers, o termo pode ser definido como:
1.Uma pessoa que gosta de explorar os detalhes de sistemas programáveis e esticar suas capacidades, em oposição à maioria dos usuários, que preferem aprender apenas o mínimo necessário.
2.Alguém que programa entusiasticamente (até de forma obsessiva) ou que gosta de programar em vez de apenas teorizar sobre programação.
3.Uma pessoa capaz de apreciar o valor do hacking. Uma pessoa que programa bem e rápido.
4.Um especialista em um programa específico, ou que trabalha com ou sobre esse programa.
5.Um especialista ou entusiasta de qualquer tipo. Ele pode ser um hacker em astronomia, por exemplo.
6.Aquele que gosta do desafio intelectual de superar ou contornar limitações.
7.[desuso] Um intrometido malicioso que tenta descobrir informações sensíveis fuçando. Daí os termos “hacker de senha” e “hacker de rede”. O correto termo para isto seria cracker.
Mas qualquer que seja a definição correta para hackers, o mundo da segurança de sistemas tem seu próprio jargão. Veja os mais comuns:
Os termos mais usados no mundo hacker e em segurança de sistemas
1337/l33t: Forma de escrever o alfabeto latino usando outros símbolos em lugar das letras, como números por exemplo. A própria palavra leet admite muitas variações, como l33t ou 1337. O uso do leet reflete uma subcultura relacionada ao mundo dos jogos de computador e internet, sendo muito usada para confundir os iniciantes e para firmar-se como parte de um grupo.
Assembly: Linguagem de programação básica equivalente à linguagem de máquina.
Backdoor: Ou Porta dos fundos, é um trecho de código mal-intencionado que cria uma ou mais falhas de segurança para dar acesso ao sistema operacional a pessoas não-autorizadas.
BBS: Bulletin Board System, ou Sistema de Quadro de Avisos. Sistema no qual um ou mais computadores recebem chamadas de usuários e depois de uma checagem permitem que eles retirem ou depositem arquivos.
Black hat: Pessoa que usa seus conhecimentos com computadores e outras tecnologias de maneira maliciosa ou criminosa.
CPD: Sigla para Centro de Processamento de Dados, o local onde são concentrados os computadores e sistemas (software) responsáveis pelo processamento de dados de uma empresa ou organização.
Cracker: É o termo usado para designar quem quebra um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética.
Crack: (software) É a modificação de um software para remover métodos de proteção como prevenção de cópia e número de serial.
DoS : Denial-of-service ou Ataque de negação de serviço. Tentativa de tornar os recursos de um sistema indisponíveis para seus usuários. Alvos típicos são servidores web. Não se trata de uma invasão de sistema e sim da sua invalidação por sobrecarga.
Engenharia Social: Método utilizado para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas.
Exploit: Programa de computador com uma sequência de comandos que se aproveita das vulnerabilidades de um sistema computacional ou de serviços.
E-zine: Electronic magazine, revista eletrônica distribuída na Internet.
Keygen: Significa gerador de chaves, key generator em inglês. Um pequeno programa de computador que gera uma chave do CD ou um número da série/registro de um software ou algoritmo de criptografia.
Patch: Conserto de um programa que acrescenta ou modifica somente uma parte pequena de um software.
Phreak: Acrônimo de Phone Hacker. É o hacker da telefonia.
Script Kid: Nome atribuído aos grupos de hackers inexperientes (geralmente das faixas etárias mais baixas) que desenvolvem atividades relacionadas com segurança da informação utilizando-se do trabalho intelectual dos verdadeiros especialistas técnicos. Esses hackers, não possuem conhecimento de programação, e não estão interessados em tecnologia, mas em ganhar fama ou outros tipos de lucros pessoais.
Sistemas Operacionais: Programa (software) ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o usuário. É comum utilizar-se a abreviatura SO (em português) ou OS (do inglês "Operating System").
Software Livre: Qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído com algumas restrições.
Spyware: Tecnologia projetada para, secretamente, coletar informações sobre o usuário.
Técnicas de Invasão: Fórmula de obter acesso não-autorizado em servidores que explora vulnerabilidades e falhas de sistemas.
Trojan: Trojan ou Cavalo de Tróia é um programa que age como a lenda do cavalo de Tróia: ele vem escondido dentro de outro arquivo, entrando no computador, e liberando uma porta para um possível invasor.
Vírus: Programa de computador destinado a causar danos.
White hat: Hacker ético. Pessoa que é eticamente oposta ao abuso de sistemas de computadores.
Pela complexidade, o que todos os hackers fazem é parte de uma ciência ou de uma arte que pode ser aprendida e dissecada para o seu melhor entendimento.
O hacking, assim como o phreaking, consiste em entender o funcionamento dos sistemas de informação como um todo e então tirar vantagem dele. As habilidades básicas se apóiam em quatro pilares:
1- Sistemas operacionais
Windows, Mac OS X, Unix e GNU/Linux são alguns exemplos. Cada sistema operacional trabalha com o computador de uma forma e pode ou não e¬xpor a sua complexidade para o usuário.
O conhecimento sobre sistemas operacionais é o primeiro pilar do hacking.
Sistemas operacionais mais seguros como Linux e Unix são a primeira escola fundamental para um hacker começar o seu aprendizado. Aqui ele aprende sobre permissões de acesso, senhas, protocolos de rede e programação Esses sistemas operacionais são os preferidos pelos hackers e pelos iniciantes.
Sistemas operacionais para usuários finais, como o Windows e o Mac OS, são escolhidos para o estudo quando o hacker pretende atacar usuários comuns.
2 - Programações de computadores
Não é verdade que todos os programadores são hackers. A grande maioria não é. Kevin Mitnick, que ficou famoso na década de 90 ao atacar os sistemas de telefonia dos EUA e os servidos de um funcionário da Agência de Segurança Nacional daquele país, já havia dito: “Ótimos programadores são péssimos hackers”. Quando um hacker estuda programação, ele vai além.
Movido pela curiosidade, um hacker busca saber como o programa funciona no computador, como um sistema operacional trata um programa de computador e como os administradores, humanos, sabem da existência do programa. É aqui também que surgem os crackers e criadores de vírus.
Saber programar é muito útil para qualquer hacker. É com isso que eles desenvolvem ferramentas e exploits que podem automatizar seus ataques e permitir acesso posterior à máquina invadida, com o uso de backdoors.
3- Sistemas de Comunicação: Redes de Computadores, Internet e Telefonia
O terceiro pilar do hacking é os protocolos de comunicação. Na época do phreaking, antes da internet, os sistemas de telefonia eram o alvo de estudo. Atualmente os protocolos de internet e rede de computadores são os mais estudados.
Saber como um computador se comunica com o outro é essencial para tirar proveito de comunicações secretas ou até se aproveitar de falhas e então tirar serviços importantes do ar.
4- Relações humanas: engenharia social
Quando os sistemas são praticamente fechados e seguros, a exemplo dos sistemas bancários, a falha mais passível de ser explorada é a humana.
As pessoas que lidam com o sistema sabem muito sobre ele, e o hacker se passando por outra pessoa pode conseguir informações confidenciais para entrar no sistema.
Essa técnica de se passar por outra pessoa para conseguir informações é chamada de engenharia social.
A engenharia social ficou muito famosa com hackers como Kevin Mitnick, que invadiu sistemas fechados se passando por funcionário das empresas, conseguindo com isso informações sobre o funcionamento dos sistemas que invadiu.
Nos tempos atuais, a engenharia social não é muito utilizada pelos hackers, uma vez que a maioria passa seu tempo nos computadores e com isso não tem muitos contatos sociais, falhando nas relações pessoais mais simples.
Hackers que fizeram história
Kevin Mitnick (Condor)
O mais famoso dos hackers chegou a roubar 20 mil números de cartões crédito e passeava pelo sistema telefônico dos EUA com total desenvoltura. Foi o primeiro hacker a entrar para a lista dos dez criminosos mais procurados pelo FBI. Depois de quatro anos de prisão. Mitnick está agora em liberdade e tem uma empresa que presta consultoria em segurança de sistemas.
Tsutomu Shimomura
Tsutomu Shimomura é um cientista da computação e hacker notório. Teve grande influencia na captura de Kevin Mitnick, um dos maiores crackers de todos os tempos. Escreveu o livro "Contra-ataque", em que conta como ajudou a prender Mitnick.
Kevin Poulsen (Watchman)
Kevin Poulsen, o Watchman, amigo de Mitnick, era um simples especialista em telefonia de rara habilidade. Em 1990, ganhou um Porsche num concurso realizado por uma emissora de rádio da Califórnia. O prêmio era para o 102º ouvinte que telefonasse. Poulsen invadiu a central telefônica, interceptou as ligações e garantiu seu prêmio. Passou quatro anos na prisão e hoje é diretor do site Security Focus.
John Draper (Captain Crunch)
John Draper, o Captain Crunch, é considerado o inventor do phreaking. No início dos anos 80, ele usava um simples apito de plástico para produzir o tom de 2.600 Hz, capaz de enganar o sistema telefônico americano. Assim, fazia ligações de graça.
Johan Helsingius (Julf)
O finlandês é responsável por um dos mais famosos servidores de e-mail anônimo. Foi preso após se recusar a fornecer dados de um acesso que publicou documentos secretos da Church of Scientology na Internet. Tinha para isso um 486 com HD de 200Mb, e nunca precisou usar seu próprio servidor.
Vladimir Levin (Rússia)
O russo Vladimir Levin é o ladrão digital mais notório da história. Ele liderou uma gangue russa que invadiu os computadores do Citibank e desviou US$ 10 milhões de contas de clientes. Levin foi preso na Inglaterra, quando tentava fugir do país. Ele dizia que um dos advogados alocados para defendê-lo era, na verdade, um agente do FBI.
Ehud Tenebaum (Analyser)
O israelense Ehud Tenebaum, o Analyser, foi preso em 1998, após ter participado de um bem-organizado ataque contra os computadores do Pentágono. Seus companheiros de conspiração eram dois jovens de Israel e mais dois da Califórnia.
Mike Calce (Mafiaboy)
Aos 15 anos, o canadense Mike Calce, o Mafiaboy, confessou ter orquestrado os ataques de indisponibilidade de serviço que derrubaram sites como Yahoo!, CNN e ZD Net em fevereiro de 2001. Ele foi sentenciado a 8 meses de prisão, por ter acarretado um prejuízo estimado em US$ 1,2 milhão. Ele é um exemplo de script kid. Alardeou tanto os seus feitos, que acabou sendo preso por isso.
O glossário do hacker
Dentro da comunidade hacker, a definição do termo hacker varia de socialmente muito positiva (indivíduos talentosos) a criminosa. De acordo com “The New Hacker’s Dictionary”, que traz as gírias, os jargões, o folclore, o estilo de falar e escrever, o modo de vestir, o tipo de educação e as características de personalidade dos hackers, o termo pode ser definido como:
1.Uma pessoa que gosta de explorar os detalhes de sistemas programáveis e esticar suas capacidades, em oposição à maioria dos usuários, que preferem aprender apenas o mínimo necessário.
2.Alguém que programa entusiasticamente (até de forma obsessiva) ou que gosta de programar em vez de apenas teorizar sobre programação.
3.Uma pessoa capaz de apreciar o valor do hacking. Uma pessoa que programa bem e rápido.
4.Um especialista em um programa específico, ou que trabalha com ou sobre esse programa.
5.Um especialista ou entusiasta de qualquer tipo. Ele pode ser um hacker em astronomia, por exemplo.
6.Aquele que gosta do desafio intelectual de superar ou contornar limitações.
7.[desuso] Um intrometido malicioso que tenta descobrir informações sensíveis fuçando. Daí os termos “hacker de senha” e “hacker de rede”. O correto termo para isto seria cracker.
Mas qualquer que seja a definição correta para hackers, o mundo da segurança de sistemas tem seu próprio jargão. Veja os mais comuns:
Os termos mais usados no mundo hacker e em segurança de sistemas
1337/l33t: Forma de escrever o alfabeto latino usando outros símbolos em lugar das letras, como números por exemplo. A própria palavra leet admite muitas variações, como l33t ou 1337. O uso do leet reflete uma subcultura relacionada ao mundo dos jogos de computador e internet, sendo muito usada para confundir os iniciantes e para firmar-se como parte de um grupo.
Assembly: Linguagem de programação básica equivalente à linguagem de máquina.
Backdoor: Ou Porta dos fundos, é um trecho de código mal-intencionado que cria uma ou mais falhas de segurança para dar acesso ao sistema operacional a pessoas não-autorizadas.
BBS: Bulletin Board System, ou Sistema de Quadro de Avisos. Sistema no qual um ou mais computadores recebem chamadas de usuários e depois de uma checagem permitem que eles retirem ou depositem arquivos.
Black hat: Pessoa que usa seus conhecimentos com computadores e outras tecnologias de maneira maliciosa ou criminosa.
CPD: Sigla para Centro de Processamento de Dados, o local onde são concentrados os computadores e sistemas (software) responsáveis pelo processamento de dados de uma empresa ou organização.
Cracker: É o termo usado para designar quem quebra um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética.
Crack: (software) É a modificação de um software para remover métodos de proteção como prevenção de cópia e número de serial.
DoS : Denial-of-service ou Ataque de negação de serviço. Tentativa de tornar os recursos de um sistema indisponíveis para seus usuários. Alvos típicos são servidores web. Não se trata de uma invasão de sistema e sim da sua invalidação por sobrecarga.
Engenharia Social: Método utilizado para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas.
Exploit: Programa de computador com uma sequência de comandos que se aproveita das vulnerabilidades de um sistema computacional ou de serviços.
E-zine: Electronic magazine, revista eletrônica distribuída na Internet.
Keygen: Significa gerador de chaves, key generator em inglês. Um pequeno programa de computador que gera uma chave do CD ou um número da série/registro de um software ou algoritmo de criptografia.
Patch: Conserto de um programa que acrescenta ou modifica somente uma parte pequena de um software.
Phreak: Acrônimo de Phone Hacker. É o hacker da telefonia.
Script Kid: Nome atribuído aos grupos de hackers inexperientes (geralmente das faixas etárias mais baixas) que desenvolvem atividades relacionadas com segurança da informação utilizando-se do trabalho intelectual dos verdadeiros especialistas técnicos. Esses hackers, não possuem conhecimento de programação, e não estão interessados em tecnologia, mas em ganhar fama ou outros tipos de lucros pessoais.
Sistemas Operacionais: Programa (software) ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o usuário. É comum utilizar-se a abreviatura SO (em português) ou OS (do inglês "Operating System").
Software Livre: Qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído com algumas restrições.
Spyware: Tecnologia projetada para, secretamente, coletar informações sobre o usuário.
Técnicas de Invasão: Fórmula de obter acesso não-autorizado em servidores que explora vulnerabilidades e falhas de sistemas.
Trojan: Trojan ou Cavalo de Tróia é um programa que age como a lenda do cavalo de Tróia: ele vem escondido dentro de outro arquivo, entrando no computador, e liberando uma porta para um possível invasor.
Vírus: Programa de computador destinado a causar danos.
White hat: Hacker ético. Pessoa que é eticamente oposta ao abuso de sistemas de computadores.
Como funciona a cabeça de um hacker ( Parte I )
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Anônimo
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O termo hacker surgiu em meados dos anos 60 e originou-se da palavra phreak (acrônimo de phone hacker), que eram os hackers que estudavam o sistema de telefonia e com isso conseguiam fazer ligações de graça. Naquela época os sistemas de informática (assim como os de telefonia) eram restritos a poucos: apenas tinham acesso a eles os envolvidos com computação nos grandes CPDs (Centros de Processamento de Dados) de universidades e empresas.
Movidos pela curiosidade de saber como tudo aquilo funcionava, alguns grupos de estudantes quebravam os cadeados dos CPDs usando um machado. Hack significa cortar, golpear em inglês, daí o termo ter sido adotado para designar aqueles que quebram a segurança para aprender sobre algo que pessoas comuns não têm acesso.
De posse da informação desejada, cada um resolveu fazer o que bem entendia com isso, e hoje podemos classificá-los como:
White Hats (hackers éticos): Seguem a mesma linha de pensamento original do hacking. Gostam apenas de saber e conhecer mais das coisas, principalmente as fechadas ao público. Para essas pessoas, aprender é a diversão mais importante do mundo. Elas gastam boa parte de seu tempo estudando o funcionamento do que as cerca, como telefonia, internet e protocolos de rede e programação de computadores.
No mundo da segurança de software, os hackers éticos são os responsáveis por “informar” as grandes empresas de vulnerabilidades existentes em seus produtos. Fora do mundo da segurança, essas pessoas são responsáveis por desenvolver software livre, como o sistema operacional GNU/Linux.
O hacker ético defende o conhecimento em prol de todos, portanto não o utiliza para prejudicar outras pessoas ou companhias, a menos que considere que uma empresa faz mal uso do poder. A quebra da segurança do iPhone, que bloqueia o seu funcionamento com outras operadoras de telefonia, foi um notável ato de um White Hat.
Black Hats (hackers mal-intencionados): Assim como os White Hats, os Black Hats também são movidos pela curiosidade. O que os distingue é o que cada um faz com a informação e o conhecimento.
O Black Hat vê poder na informação e no que ele sabe fazer. São aqueles hackers que descobrem uma vulnerabilidade em um produto comercial ou livre e não contam para ninguém até que eles próprios criem meios de obter dados sigilosos de outras pessoas e empresas explorando a vulnerabilidade recém-descoberta.
Essa espécie de hacker é responsável por gerar a terceira espécie, os scripts kiddies. Eles surgem quando cai na rede uma ferramenta ou técnica de invasão criada por um grupo de Black Hats.
Script Kiddies: São os responsáveis pelas invasões em massa e por fazer barulho na mídia quando invadem sites importantes e alteram sua página inicial colocando frases de protesto ou quando tiram serviços do ar.
Recebem esse nome por não saber o que estão fazendo. Eles simplesmente buscam ferramentas prontas, os chamados exploits, que exploram uma determinada vulnerabilidade, e então buscam servidores e serviços vulneráveis. Não sabem como o exploit funciona, já que ele que foi devolvido por um Black Hat, que provavelmente estudou o assunto.
Grande parte dos Black Hats já atuou como Script Kid no início de sua jornada no mundo do hacking.
Crackers: São de outra natureza. Ao contrário dos hackers convencionais, que estudam protocolos de rede, telefonia e sistemas operacionais, e dos kiddies, que buscam obter fama por causar transtornos a websites e serviços, os crackers se distinguem de todo o resto por se focarem em como funcionam os programas de computador.
São os responsáveis pela criação dos cracks, ferramentas que quebram a ativação de um software comercial, permitindo que qualquer pessoa tenha uma versão pirata do software em seu computador.
Esses hackers são responsáveis pelo prejuízo das empresas de software, e também por desenvolver vírus e outras pragas como spywares e trojans. O termo cracker também é usado incorretamente para designar os Black Hats, o que é ofensivo tanto para o Black Hat como para o Cracker.
O que motiva o hacker
Os hackers são motivados por diversos fatores. O conhecimento e a informação em coisas fechadas ao público é o principal deles. Mas é o que cada um pode fazer com isso que motiva os diferentes tipos de hackers.
Um hacker nasce quando ele descobre algo que ninguém ou poucas pessoas sabem e com isso consegue obter vantagens, sejam elas popularidade e respeito das outras pessoas, sejam eles poder e dinheiro.
Os White Hats são motivados pelo conhecimento e pela liberdade de informação e pelo quanto isso pode ser útil para:
• Outros hackers iniciantes,
• Grupos de projetos de software livre,
• Empresas de softwares e serviços comerciais e
• As pessoas comuns.
Para esses hackers, ter a liberdade de saber como as coisas funcionam é o principal motivo de fazer o que fazem. Uma frase muito comum no mundo hacker define a conduta geral de um White Hat: "Hack to learn, not learn to hack" (em tradução livre, “Invadir para aprender, e não aprender para invadir”).
Os Black Hats, por sua vez, são motivados pelo subproduto do conhecimento e da informação que adquirem estudando sobre o funcionamento das coisas. Conhecer bem os protocolos de rede que rodeiam a Internet significa que podem tirar serviços importantes do ar apenas brincando com as falhas que descobrem.
E isso tudo tem um preço, que pode ser pago com popularidade e respeito por tirar um serviço grande do ar, ou até o valor financeiro incluído na informação confidencial a que somente eles tiveram acesso. Se os black hats tiverem acesso aos dados de compra e venda de um site de e-commerce, por exemplo, eles podem obter dados pessoais e números de cartão de crédito dos clientes. Ou então chantagear os donos da empresa se, durante a invasão, descobrir algo irregular. As possibilidades de se fazer dinheiro com esse tipo de informação são inúmeras.
Para esses hackers, a conquista pela informação secreta significa poder, e poder é o seu principal motivador. Hackers assim são chamados de elite, ou l33t ou 1337, por esconder do público as técnicas e as vulnerabilidades que descobrem.
Já os Scripts Kiddies são motivados unicamente pela fama. Para esse grupo de hacker pouco importa como as coisas funcionam ou qual é a informação confidencial que existe nas máquinas que invadem. Para os kiddies, saber como as coisas funcionam faz parte do processo de invadir, e a invasão é feita para a conquista da popularidade.
Crackers são motivados pelo jogo que existe entre os desenvolvedores de software comercial e eles próprios. Eles se empenham em entender como um software é rodado pelo sistema operacional e pelo computador, e com isso conseguem burlar muitos softwares que só rodam por 30 dias e que exigem um número de série para habilitar as demais funcionalidades.
Para os crackers, a motivação é conquistada no conhecimento das técnicas, na popularidade e no respeito que conseguem quando criam um crack ou keygen (acrônimo de Key Generator, programa que gera chaves de números de série).
Como os hackers atacam
Será que apenas os scripts kiddies têm culpa por invadir os sistemas e causar transtornos com usuários de computador? Qual é a parcela de culpa que cada um tem quando algum incidente ocorre?
Os White Hats, ou hackers éticos, não são diretamente responsáveis pelos incidentes que acontecem. Esses hackers passam a maior parte do tempo estudando e aprendendo sobre protocolos de redes, sistemas operacionais, telefonia e tudo o que for possível e impossível saber, desenvolvendo assim suas técnicas de invasão.
Quando descobrem alguma vulnerabilidade em algum projeto de código aberto, além de avisarem o time de desenvolvimento do projeto, costumam contribuir com patches, os remendos que garantem a segurança do software.
Invadem sistemas apenas para provar que existe uma vulnerabilidade e que ela é real, ou então para testar suas técnicas e impressionar as pessoas, deixando os dados do alvo intactos. Quando causam danos diretos, fazem isso como forma de protesto contra alguma companhia que esteja fazendo coisas antiéticas, claro que dentro do conceito do que é ético para o hacker.
Os White hats costumam escrever tutoriais, explicando suas técnicas e expondo para o mundo o que conhecem e aprenderam. Esses tutoriais são publicados em e-zines, que são revistas eletrônicas distribuídas na internet e em BBS, normalmente em formato de texto puro.
Os Black Hats se apoderam das vulnerabilidades que descobrem e as utilizam para conseguir informações secretas, acessando computadores de empresas e pessoas específicas.
É raro um ataque de Black Hat aparecer na mídia comum. São muito discretos, costumam entrar e sair dos sistemas sem fazer barulho e sem deixar rastros. Quando uma técnica cai na rede, junto com exploits e outras ferramentas, é porque o Black Hats já tirara dela tudo o que conseguiram e ela já não serve mais para eles.
Normalmente eles próprios publicam a vulnerabilidade e suas ferramentas, assim o respeito e a popularidade do grupo também crescem. Mas esse não é o foco dos Black Hats.
Os kiddies atuam como hienas esperando os leões terminarem a refeição para comerem o resto. Ficam esperando os Black Hats ou até os White Hats disponibilizarem técnicas ou ferramentas para invadir os sistemas.
Quando conseguem, invadem a maior parte de sites e serviços que conseguirem, sem saber o que estão fazendo. Consideram-se hackers e impõem medos na maioria dos administradores de redes e gerentes de TI incompetentes.
Também são culpados por tirar sites e serviços do ar utilizando técnicas de negação de serviço (DoS, Denial of Service), com o auxílio de ferramentas desenvolvidas por Black Hats. Não costumam se preocupar em apagar pegadas, por isso é frequentemente capturados pelas autoridades.
Já os crackers se empenham em estudar como os programas funcionam no computador. Estudam linguagens de programação de baixo nível como Assembly e passam boa parte do tempo monitorando programas de computador, para entender como ele funciona.
Quando não desenvolvem vírus, trojans ou spywares criam algoritmos que geram seriais para softwares comerciais como Adobe Photoshop, Microsoft Windows, Winzip e etc.
Esses algoritmos são chamados keygens. Muitas vezes criam programas que alteram o comportamento de outro programa, desativando a função que pede por uma chave de ativação. Com isso conseguem burlar o sistema antipirataria dos softwares comerciais. Essas ferramentas são os famosos cracks.
Movidos pela curiosidade de saber como tudo aquilo funcionava, alguns grupos de estudantes quebravam os cadeados dos CPDs usando um machado. Hack significa cortar, golpear em inglês, daí o termo ter sido adotado para designar aqueles que quebram a segurança para aprender sobre algo que pessoas comuns não têm acesso.
De posse da informação desejada, cada um resolveu fazer o que bem entendia com isso, e hoje podemos classificá-los como:
White Hats (hackers éticos): Seguem a mesma linha de pensamento original do hacking. Gostam apenas de saber e conhecer mais das coisas, principalmente as fechadas ao público. Para essas pessoas, aprender é a diversão mais importante do mundo. Elas gastam boa parte de seu tempo estudando o funcionamento do que as cerca, como telefonia, internet e protocolos de rede e programação de computadores.
No mundo da segurança de software, os hackers éticos são os responsáveis por “informar” as grandes empresas de vulnerabilidades existentes em seus produtos. Fora do mundo da segurança, essas pessoas são responsáveis por desenvolver software livre, como o sistema operacional GNU/Linux.
O hacker ético defende o conhecimento em prol de todos, portanto não o utiliza para prejudicar outras pessoas ou companhias, a menos que considere que uma empresa faz mal uso do poder. A quebra da segurança do iPhone, que bloqueia o seu funcionamento com outras operadoras de telefonia, foi um notável ato de um White Hat.
Black Hats (hackers mal-intencionados): Assim como os White Hats, os Black Hats também são movidos pela curiosidade. O que os distingue é o que cada um faz com a informação e o conhecimento.
O Black Hat vê poder na informação e no que ele sabe fazer. São aqueles hackers que descobrem uma vulnerabilidade em um produto comercial ou livre e não contam para ninguém até que eles próprios criem meios de obter dados sigilosos de outras pessoas e empresas explorando a vulnerabilidade recém-descoberta.
Essa espécie de hacker é responsável por gerar a terceira espécie, os scripts kiddies. Eles surgem quando cai na rede uma ferramenta ou técnica de invasão criada por um grupo de Black Hats.
Script Kiddies: São os responsáveis pelas invasões em massa e por fazer barulho na mídia quando invadem sites importantes e alteram sua página inicial colocando frases de protesto ou quando tiram serviços do ar.
Recebem esse nome por não saber o que estão fazendo. Eles simplesmente buscam ferramentas prontas, os chamados exploits, que exploram uma determinada vulnerabilidade, e então buscam servidores e serviços vulneráveis. Não sabem como o exploit funciona, já que ele que foi devolvido por um Black Hat, que provavelmente estudou o assunto.
Grande parte dos Black Hats já atuou como Script Kid no início de sua jornada no mundo do hacking.
Crackers: São de outra natureza. Ao contrário dos hackers convencionais, que estudam protocolos de rede, telefonia e sistemas operacionais, e dos kiddies, que buscam obter fama por causar transtornos a websites e serviços, os crackers se distinguem de todo o resto por se focarem em como funcionam os programas de computador.
São os responsáveis pela criação dos cracks, ferramentas que quebram a ativação de um software comercial, permitindo que qualquer pessoa tenha uma versão pirata do software em seu computador.
Esses hackers são responsáveis pelo prejuízo das empresas de software, e também por desenvolver vírus e outras pragas como spywares e trojans. O termo cracker também é usado incorretamente para designar os Black Hats, o que é ofensivo tanto para o Black Hat como para o Cracker.
O que motiva o hacker
Os hackers são motivados por diversos fatores. O conhecimento e a informação em coisas fechadas ao público é o principal deles. Mas é o que cada um pode fazer com isso que motiva os diferentes tipos de hackers.
Um hacker nasce quando ele descobre algo que ninguém ou poucas pessoas sabem e com isso consegue obter vantagens, sejam elas popularidade e respeito das outras pessoas, sejam eles poder e dinheiro.
Os White Hats são motivados pelo conhecimento e pela liberdade de informação e pelo quanto isso pode ser útil para:
• Outros hackers iniciantes,
• Grupos de projetos de software livre,
• Empresas de softwares e serviços comerciais e
• As pessoas comuns.
Para esses hackers, ter a liberdade de saber como as coisas funcionam é o principal motivo de fazer o que fazem. Uma frase muito comum no mundo hacker define a conduta geral de um White Hat: "Hack to learn, not learn to hack" (em tradução livre, “Invadir para aprender, e não aprender para invadir”).
Os Black Hats, por sua vez, são motivados pelo subproduto do conhecimento e da informação que adquirem estudando sobre o funcionamento das coisas. Conhecer bem os protocolos de rede que rodeiam a Internet significa que podem tirar serviços importantes do ar apenas brincando com as falhas que descobrem.
E isso tudo tem um preço, que pode ser pago com popularidade e respeito por tirar um serviço grande do ar, ou até o valor financeiro incluído na informação confidencial a que somente eles tiveram acesso. Se os black hats tiverem acesso aos dados de compra e venda de um site de e-commerce, por exemplo, eles podem obter dados pessoais e números de cartão de crédito dos clientes. Ou então chantagear os donos da empresa se, durante a invasão, descobrir algo irregular. As possibilidades de se fazer dinheiro com esse tipo de informação são inúmeras.
Para esses hackers, a conquista pela informação secreta significa poder, e poder é o seu principal motivador. Hackers assim são chamados de elite, ou l33t ou 1337, por esconder do público as técnicas e as vulnerabilidades que descobrem.
Já os Scripts Kiddies são motivados unicamente pela fama. Para esse grupo de hacker pouco importa como as coisas funcionam ou qual é a informação confidencial que existe nas máquinas que invadem. Para os kiddies, saber como as coisas funcionam faz parte do processo de invadir, e a invasão é feita para a conquista da popularidade.
Crackers são motivados pelo jogo que existe entre os desenvolvedores de software comercial e eles próprios. Eles se empenham em entender como um software é rodado pelo sistema operacional e pelo computador, e com isso conseguem burlar muitos softwares que só rodam por 30 dias e que exigem um número de série para habilitar as demais funcionalidades.
Para os crackers, a motivação é conquistada no conhecimento das técnicas, na popularidade e no respeito que conseguem quando criam um crack ou keygen (acrônimo de Key Generator, programa que gera chaves de números de série).
Como os hackers atacam
Será que apenas os scripts kiddies têm culpa por invadir os sistemas e causar transtornos com usuários de computador? Qual é a parcela de culpa que cada um tem quando algum incidente ocorre?
Os White Hats, ou hackers éticos, não são diretamente responsáveis pelos incidentes que acontecem. Esses hackers passam a maior parte do tempo estudando e aprendendo sobre protocolos de redes, sistemas operacionais, telefonia e tudo o que for possível e impossível saber, desenvolvendo assim suas técnicas de invasão.
Quando descobrem alguma vulnerabilidade em algum projeto de código aberto, além de avisarem o time de desenvolvimento do projeto, costumam contribuir com patches, os remendos que garantem a segurança do software.
Invadem sistemas apenas para provar que existe uma vulnerabilidade e que ela é real, ou então para testar suas técnicas e impressionar as pessoas, deixando os dados do alvo intactos. Quando causam danos diretos, fazem isso como forma de protesto contra alguma companhia que esteja fazendo coisas antiéticas, claro que dentro do conceito do que é ético para o hacker.
Os White hats costumam escrever tutoriais, explicando suas técnicas e expondo para o mundo o que conhecem e aprenderam. Esses tutoriais são publicados em e-zines, que são revistas eletrônicas distribuídas na internet e em BBS, normalmente em formato de texto puro.
Os Black Hats se apoderam das vulnerabilidades que descobrem e as utilizam para conseguir informações secretas, acessando computadores de empresas e pessoas específicas.
É raro um ataque de Black Hat aparecer na mídia comum. São muito discretos, costumam entrar e sair dos sistemas sem fazer barulho e sem deixar rastros. Quando uma técnica cai na rede, junto com exploits e outras ferramentas, é porque o Black Hats já tirara dela tudo o que conseguiram e ela já não serve mais para eles.
Normalmente eles próprios publicam a vulnerabilidade e suas ferramentas, assim o respeito e a popularidade do grupo também crescem. Mas esse não é o foco dos Black Hats.
Os kiddies atuam como hienas esperando os leões terminarem a refeição para comerem o resto. Ficam esperando os Black Hats ou até os White Hats disponibilizarem técnicas ou ferramentas para invadir os sistemas.
Quando conseguem, invadem a maior parte de sites e serviços que conseguirem, sem saber o que estão fazendo. Consideram-se hackers e impõem medos na maioria dos administradores de redes e gerentes de TI incompetentes.
Também são culpados por tirar sites e serviços do ar utilizando técnicas de negação de serviço (DoS, Denial of Service), com o auxílio de ferramentas desenvolvidas por Black Hats. Não costumam se preocupar em apagar pegadas, por isso é frequentemente capturados pelas autoridades.
Já os crackers se empenham em estudar como os programas funcionam no computador. Estudam linguagens de programação de baixo nível como Assembly e passam boa parte do tempo monitorando programas de computador, para entender como ele funciona.
Quando não desenvolvem vírus, trojans ou spywares criam algoritmos que geram seriais para softwares comerciais como Adobe Photoshop, Microsoft Windows, Winzip e etc.
Esses algoritmos são chamados keygens. Muitas vezes criam programas que alteram o comportamento de outro programa, desativando a função que pede por uma chave de ativação. Com isso conseguem burlar o sistema antipirataria dos softwares comerciais. Essas ferramentas são os famosos cracks.
Computadores portáteis
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on quarta-feira, 18 de agosto de 2010
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Geralmente os notebooks têm telas de 12 a 17 polegadas (30,5 cm a 43,2 cm na diagonal) e pesam cerca de 2,5 kg e 2,7 kg. Idealmente, o notebook tem os mesmos poder de processamento e recursos de um laptop. Muitos fabricantes cobram um preço premium pela conveniência de um computador pequeno com grande vigor.
O Lenovo Thinkpad X300 é um notebook. Ele tem uma tela de 13,3 polegadas e pesa 1,5 kg, o que o torna um peso pena na categoria notebook. Quando fechado, ele mede apenas 2,3 cm de espessura. Ele também tem muito dos recursos que você encontraria em um laptop típico: placa WiFi, antena Bluetooth, processador de dois núcleos, 1 GB de RAM e 64 GB de disco rígido. Tem também drive de DVD e webcam integrados e vem com o sistema operacional Windows Vista.
Netbooks são relativamente novos no mercado de computadores. A definição geral para netbooks é que eles são menores, menos poderosos e mais baratos que os notebooks.
Notebooks são mais leves que os laptops que vimos na página anterior. Geralmente eles têm telas de 12 a 17 polegadas (30,5 cm a 43,2 cm na diagonal) e pesam cerca de 2,5 kg e 2,7 kg. Idealmente, o notebook tem os mesmos poder de processamento e recursos de um laptop. Muitos fabricantes cobram um preço premium pela conveniência de um computador pequeno com grande vigor.
O Lenovo Thinkpad X300 é um notebook. Ele tem uma tela de 13,3 polegadas e pesa 1,5 kg, o que o torna um peso pena na categoria notebook. Quando fechado, ele mede apenas 2,3 cm de espessura. Ele também tem muito dos recursos que você encontraria em um laptop típico: placa WiFi, antena Bluetooth, processador de dois núcleos, 1 GB de RAM e 64 GB de disco rígido. Tem também drive de DVD e webcam integrados e vem com o sistema operacional Windows Vista.
Netbooks são relativamente novos no mercado de computadores. A definição geral para netbooks é que eles são menores, menos poderosos e mais baratos que os notebooks.
Redes e nuvens
Netbooks e computação em nuvem andam de mãos dadas. Uma rede de computação em nuvem é uma coleção de servidores que fornece armazenamento de dados e poder de processamento via Internet. Idealmente, um serviço de computação em nuvem elimina a necessidade de um computador pessoal poderoso e caro. As máquinas na Internet fazem todo o trabalho duro para você.
Quando começaram a chamar a atenção no começo de 2008, os netbooks pareciam contradizer a filosofia popular no mercado de computadores. Por muitos anos, a estratégia predominante para consumidores de computador era encontrar o mais rápido e poderoso computador na sua faixa de preço. Mas os consumidores estão começando a entender que eles não precisam necessariamente de um computador que seja vanguarda absoluta para realizar a maioria das tarefas. E, já que a Web desempenha o maior papel na computação atualmente, os requisitos de processamento para o consumidor geral estão menos exigidos.
Embora as pessoas discordem de métricas específicas para netbooks, em geral eles têm telas menores que 12 polegadas (30,5 cm na diagonal) e pesam apenas de 500 g a 900 g. Normalmente, eles custam entre US$ 300 e US$ 600. Um exemplo é o Asus Eee PC 4G, que pesa 900 g e tem uma tela de 7 polegadas. O processador é um Intel Celeron M 353/630 MHz e ele têm 512 MB de RAM. Vem com 4 GB de disco rígido de estado sólido e custa em torno de US$ 400.
UMPCs ou Ultra portáteis
Isso nos deixa com o PC Ultra portátil (UMPC). Tecnicamente, o termo se aplica especificamente a um produto da Microsoft. É um computador tablet - imagine uma tela de computador sem o teclado. A interface da maioria dos UMPCs é uma tela sensível ao toque com uma caneta stylus e uma rede de teclas-chaves configuradas ao longo das laterais da tela. Esses tablets tendem a ser como netbooks e trazem telas pequenas entre 4 e 7 polegadas (10,2 cm a 17,8 cm na diagonal).
Alguns modelos de UMPCs têm um teclado QWERTY completo sob o teclado que pode deslizar para fora. Outros se valem exclusivamente da interface touchscreen. A maioria roda o sistema operacional Windows Vista. Os UMPCs são mais portáteis que os notebooks e mais caros que os netbooks.
O Q1UP-XP, da Samsung, é um bom exemplo. Ele tem uma tela LCD touchscreen de 7 polegadas e pesa 900 g. O teclado QWERTY está dividido ao meio, com teclas em cada lado da tela. O Q1UP-XP é compatível com WiFi e Bluetooth. O computador tem um microfone e pode servir como um dispositivo VoIP.
Mas algumas pessoas usam o termo UMPC para descrever todos os computadores e dispositivos computadorizados pequenos - inclusive netbooks. Outros o usam para diferenciar computadores móveis caros de netbooks baratos. Por exemplo: enquanto a Apple chama seu MacBook Air de notebook, outros dizem que ele não se enquadra na categoria notebook. O Air é fino o bastante para caber dentro de um envelope e tem um display LED de 13,3 polegadas. Mas seu processador é menos poderoso que os dos modelos MacBook. Ele também tem uma capacidade de armazenamento limitada e apenas umas poucas portas. O Air também vale um bom dinheiro: começando em US$ 1.799.
O design do Air, o poder de processamento e o preço tornam difícil categorizá-lo. É por isso que alguns jornalistas usam o termo UMPC para descrever dispositivos que são portáteis, mas mais poderosos e caros que os netbooks. Usando essa terminologia, um netbook é pequeno, barato e tem poder de processamento modesto. Um UMPC é pequeno, mais caro e geralmente tem melhor processador que um netbook.
O Lenovo Thinkpad X300 é um notebook. Ele tem uma tela de 13,3 polegadas e pesa 1,5 kg, o que o torna um peso pena na categoria notebook. Quando fechado, ele mede apenas 2,3 cm de espessura. Ele também tem muito dos recursos que você encontraria em um laptop típico: placa WiFi, antena Bluetooth, processador de dois núcleos, 1 GB de RAM e 64 GB de disco rígido. Tem também drive de DVD e webcam integrados e vem com o sistema operacional Windows Vista.
Netbooks são relativamente novos no mercado de computadores. A definição geral para netbooks é que eles são menores, menos poderosos e mais baratos que os notebooks.
Notebooks são mais leves que os laptops que vimos na página anterior. Geralmente eles têm telas de 12 a 17 polegadas (30,5 cm a 43,2 cm na diagonal) e pesam cerca de 2,5 kg e 2,7 kg. Idealmente, o notebook tem os mesmos poder de processamento e recursos de um laptop. Muitos fabricantes cobram um preço premium pela conveniência de um computador pequeno com grande vigor.
O Lenovo Thinkpad X300 é um notebook. Ele tem uma tela de 13,3 polegadas e pesa 1,5 kg, o que o torna um peso pena na categoria notebook. Quando fechado, ele mede apenas 2,3 cm de espessura. Ele também tem muito dos recursos que você encontraria em um laptop típico: placa WiFi, antena Bluetooth, processador de dois núcleos, 1 GB de RAM e 64 GB de disco rígido. Tem também drive de DVD e webcam integrados e vem com o sistema operacional Windows Vista.
Netbooks são relativamente novos no mercado de computadores. A definição geral para netbooks é que eles são menores, menos poderosos e mais baratos que os notebooks.
Redes e nuvens
Netbooks e computação em nuvem andam de mãos dadas. Uma rede de computação em nuvem é uma coleção de servidores que fornece armazenamento de dados e poder de processamento via Internet. Idealmente, um serviço de computação em nuvem elimina a necessidade de um computador pessoal poderoso e caro. As máquinas na Internet fazem todo o trabalho duro para você.
Quando começaram a chamar a atenção no começo de 2008, os netbooks pareciam contradizer a filosofia popular no mercado de computadores. Por muitos anos, a estratégia predominante para consumidores de computador era encontrar o mais rápido e poderoso computador na sua faixa de preço. Mas os consumidores estão começando a entender que eles não precisam necessariamente de um computador que seja vanguarda absoluta para realizar a maioria das tarefas. E, já que a Web desempenha o maior papel na computação atualmente, os requisitos de processamento para o consumidor geral estão menos exigidos.
Embora as pessoas discordem de métricas específicas para netbooks, em geral eles têm telas menores que 12 polegadas (30,5 cm na diagonal) e pesam apenas de 500 g a 900 g. Normalmente, eles custam entre US$ 300 e US$ 600. Um exemplo é o Asus Eee PC 4G, que pesa 900 g e tem uma tela de 7 polegadas. O processador é um Intel Celeron M 353/630 MHz e ele têm 512 MB de RAM. Vem com 4 GB de disco rígido de estado sólido e custa em torno de US$ 400.
UMPCs ou Ultra portáteis
Isso nos deixa com o PC Ultra portátil (UMPC). Tecnicamente, o termo se aplica especificamente a um produto da Microsoft. É um computador tablet - imagine uma tela de computador sem o teclado. A interface da maioria dos UMPCs é uma tela sensível ao toque com uma caneta stylus e uma rede de teclas-chaves configuradas ao longo das laterais da tela. Esses tablets tendem a ser como netbooks e trazem telas pequenas entre 4 e 7 polegadas (10,2 cm a 17,8 cm na diagonal).
Alguns modelos de UMPCs têm um teclado QWERTY completo sob o teclado que pode deslizar para fora. Outros se valem exclusivamente da interface touchscreen. A maioria roda o sistema operacional Windows Vista. Os UMPCs são mais portáteis que os notebooks e mais caros que os netbooks.
O Q1UP-XP, da Samsung, é um bom exemplo. Ele tem uma tela LCD touchscreen de 7 polegadas e pesa 900 g. O teclado QWERTY está dividido ao meio, com teclas em cada lado da tela. O Q1UP-XP é compatível com WiFi e Bluetooth. O computador tem um microfone e pode servir como um dispositivo VoIP.
Mas algumas pessoas usam o termo UMPC para descrever todos os computadores e dispositivos computadorizados pequenos - inclusive netbooks. Outros o usam para diferenciar computadores móveis caros de netbooks baratos. Por exemplo: enquanto a Apple chama seu MacBook Air de notebook, outros dizem que ele não se enquadra na categoria notebook. O Air é fino o bastante para caber dentro de um envelope e tem um display LED de 13,3 polegadas. Mas seu processador é menos poderoso que os dos modelos MacBook. Ele também tem uma capacidade de armazenamento limitada e apenas umas poucas portas. O Air também vale um bom dinheiro: começando em US$ 1.799.
O design do Air, o poder de processamento e o preço tornam difícil categorizá-lo. É por isso que alguns jornalistas usam o termo UMPC para descrever dispositivos que são portáteis, mas mais poderosos e caros que os netbooks. Usando essa terminologia, um netbook é pequeno, barato e tem poder de processamento modesto. Um UMPC é pequeno, mais caro e geralmente tem melhor processador que um netbook.
Bug do Milênio
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Prepare-se, internauta. No mesmo clima do bug do milênio, é bem provável que você ouça nos próximos meses uma história de que, em breve, a internet não estará preparada para a grande quantidade de novos usuários sedentos por conexão. Segundo essa teoria (da conspiração?), o número de máquinas que pode se conectar a web estaria chegando ao fim: o universo virtual, então, fecharia suas portas aos novos usuários que, atrasados para a grande festa online, não teriam mais como participar dela. A teoria tem até nome – IPcalipse – e não é totalmente absurda. Mas o IPcalipse não causará estragos e, assim como o bug do milênio, entrará para a história como mais um caso de “muito barulho por nada”.
O IPCalipse, um trocadilho com apocalipse do IP, consiste no fim de endereços válidos de protocolo de internet -- todo computador ou dispositivo móvel conectado à rede precisa de uma identificação dessas, atualmente composta por números, para navegar. O IPv4, atual padrão de endereçamento da rede, é limitado a pouco mais de 4 bilhões de endereços IP e, por isso, já era previsível que seu reinado chegaria ao fim.
Esse não é um problema para o usuário comum, mas sim para provedores de acesso e de conteúdo, que devem passar por um processo de atualização de tecnologia.
“Se algo não for feito, o crescimento da internet no mundo pode ficar comprometido”, afirmou Antônio Moreiras, coordenador de Projetos do Ceptro.br (Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações) – órgão ligado ao CGI (Comitê Gestor da Internet), responsável pela distribuição de endereços para acesso à web no Brasil. Segundo Moreiras, há apenas 5% dos 4 bilhões de IPs disponíveis, que devem acabar nos próximos dois ou três anos.
“Isso [a saturação de IPs] está acontecendo, pois, inicialmente, a rede não foi pensada em algo aberto para todas as pessoas”, afirmou. A internet foi criada na década de 80 para fins militares e acadêmicos.
Solução
A solução para o esgotamento de endereços IP já existe, mas ainda é usada por poucas empresas: é o IPv6 – uma evolução do IPv4. A primeira diferença entre esses padrões é a disponibilidade de endereços. Enquanto o IPv4 permite até quase 4,3 bilhões (o número exato é 2 elevado a 32), o IPv6 fornece até 3,4x10 elevado a 38 (o número exato é 2 elevado a 128). Sem contar que o endereço IPv6 tem caracteres hexadecimais, ou seja, os endereços de internet do futuro também terão letras. Por exemplo: um endereço IPv4 tem a seguinte estrutura “192.168.5.8”. Já o IPv6, “1080:0:0:0:8:800:200D:310A”.
Outra característica do protocolo é que pelo grande número de possibilidades de endereços, o IPv6 vai permitir que cada eletrodoméstico de uma casa possa se conectar à internet.
De acordo com Eduardo Parajo, da Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) já existe uma movimentação para que as empresas do ramo migrem para o IPv6, até pela importância da causa. “Tem muito mais gente que não tem internet no Brasil do que usuário com acesso à rede. Logo, é de interesse das empresas trabalharem nesse processo de migração.” Ele disse ainda que várias companhias no Brasil estejam estudando e trabalhando na formação de pessoas para a implantação da tecnologia.
Atualmente, o Google já ativou o IPv6 em vários de seus produtos como busca, e-mail e Youtube. Facebook, Yahoo e Microsoft estão fazendo testes com a tecnologia.
Sou usuário, o que devo fazer?
O internauta não precisa fazer nada. Tanto o que já tem internet como o que quer ter acesso não deverá se preocupar com esse processo de migração do IPv4 para o IPv6. O motivo é que sistemas operacionais Windows, a partir do Windows XP, distribuições Linux e máquinas com sistema Apple já suportam a tecnologia.
A única mudança consiste no fato de que, com o IPv6, ele não receberá mais um IP dinâmico (que pode ser alterado pelo provedor de acesso a cada conexão), mas vários endereços fixos para poder se conectar a internet com seu computador e outros itens como, por exemplo, a televisão. Isso pode fazer com que o usuário tenha uma espécie de identidade na rede, explica Parajo, da Abranet.
O IPCalipse, um trocadilho com apocalipse do IP, consiste no fim de endereços válidos de protocolo de internet -- todo computador ou dispositivo móvel conectado à rede precisa de uma identificação dessas, atualmente composta por números, para navegar. O IPv4, atual padrão de endereçamento da rede, é limitado a pouco mais de 4 bilhões de endereços IP e, por isso, já era previsível que seu reinado chegaria ao fim.
Esse não é um problema para o usuário comum, mas sim para provedores de acesso e de conteúdo, que devem passar por um processo de atualização de tecnologia.
“Se algo não for feito, o crescimento da internet no mundo pode ficar comprometido”, afirmou Antônio Moreiras, coordenador de Projetos do Ceptro.br (Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações) – órgão ligado ao CGI (Comitê Gestor da Internet), responsável pela distribuição de endereços para acesso à web no Brasil. Segundo Moreiras, há apenas 5% dos 4 bilhões de IPs disponíveis, que devem acabar nos próximos dois ou três anos.
“Isso [a saturação de IPs] está acontecendo, pois, inicialmente, a rede não foi pensada em algo aberto para todas as pessoas”, afirmou. A internet foi criada na década de 80 para fins militares e acadêmicos.
Solução
A solução para o esgotamento de endereços IP já existe, mas ainda é usada por poucas empresas: é o IPv6 – uma evolução do IPv4. A primeira diferença entre esses padrões é a disponibilidade de endereços. Enquanto o IPv4 permite até quase 4,3 bilhões (o número exato é 2 elevado a 32), o IPv6 fornece até 3,4x10 elevado a 38 (o número exato é 2 elevado a 128). Sem contar que o endereço IPv6 tem caracteres hexadecimais, ou seja, os endereços de internet do futuro também terão letras. Por exemplo: um endereço IPv4 tem a seguinte estrutura “192.168.5.8”. Já o IPv6, “1080:0:0:0:8:800:200D:310A”.
Outra característica do protocolo é que pelo grande número de possibilidades de endereços, o IPv6 vai permitir que cada eletrodoméstico de uma casa possa se conectar à internet.
De acordo com Eduardo Parajo, da Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) já existe uma movimentação para que as empresas do ramo migrem para o IPv6, até pela importância da causa. “Tem muito mais gente que não tem internet no Brasil do que usuário com acesso à rede. Logo, é de interesse das empresas trabalharem nesse processo de migração.” Ele disse ainda que várias companhias no Brasil estejam estudando e trabalhando na formação de pessoas para a implantação da tecnologia.
Atualmente, o Google já ativou o IPv6 em vários de seus produtos como busca, e-mail e Youtube. Facebook, Yahoo e Microsoft estão fazendo testes com a tecnologia.
Sou usuário, o que devo fazer?
O internauta não precisa fazer nada. Tanto o que já tem internet como o que quer ter acesso não deverá se preocupar com esse processo de migração do IPv4 para o IPv6. O motivo é que sistemas operacionais Windows, a partir do Windows XP, distribuições Linux e máquinas com sistema Apple já suportam a tecnologia.
A única mudança consiste no fato de que, com o IPv6, ele não receberá mais um IP dinâmico (que pode ser alterado pelo provedor de acesso a cada conexão), mas vários endereços fixos para poder se conectar a internet com seu computador e outros itens como, por exemplo, a televisão. Isso pode fazer com que o usuário tenha uma espécie de identidade na rede, explica Parajo, da Abranet.
10 tipos de computadores
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Existem muitos termos usados para descrever computadores. A maioria dessas palavras indica o tamanho, o uso esperado ou a capacidade do computador. Embora o termo computador possa ser aplicado virtualmente a qualquer equipamento que tenha um microprocessador, a maioria das pessoas pensa no computador como um dispositivo que recebe do usuário informações através de um mouse ou de um teclado, as processa e as exibe na tela de um monitor.
PC
O computador pessoal (PC) define um computador projetado para uso geral de uma única pessoa. Embora um Mac seja um PC, a maioria das pessoas relaciona o termo com sistemas que rodam o sistema operacional Windows. Os PCs ficaram conhecidos primeiro como microcomputadores, porque ele era um computador completo, mas construído em uma escala muito menor que os grandes sistemas em uso na maioria das empresas.
DESKTOP
Um PC que não é desenhado para portabilidade é um computador desktop. A expectativa com os sistemas desktop é de que você vai colocá-lo em um local permanente, como, a sua estação de trabalho no escritório ou em seu home office. A maioria dos desktops oferece mais poder, mais capacidade de armazenamento e maior versatilidade por menos custo que seus irmãos portáteis.
LAPTOP
Também chamados notebooks, os laptops são computadores portáteis que integram, em um único pacote operado à bateria e levemente maior que um livro de capa dura, monitor, teclado e mouse (ou TrackBall), processador, memória e disco rígido. A grande vantagem do laptop é que eles dão mobilidade ao usuário sem perda de desempenho. Uma variação recente dos laptops são os netbooks e os PCs ultra móveis (UMPCs).
PDA
Os Personal Digital Assistants (PDAs) são computadores firmemente integrados que, com frequência, usam memória flash em vez de disco rígido para armazenamento. Esses computadores geralmente não têm teclado, mas se baseiam na tecnologia de tela sensível ao toque para a entrada de dados pelo usuário. Os PDAs são geralmente menores que um livro de bolso, muito leves e com bateria de duração e vida útil razoável. Uma versão levemente maior e mais pesada do PDA é o computador de mão, ou handheld.
Workstation
O quinto tipo de computador é a workstation, ou estação de trabalho. Uma workstation é simplesmente um desktop com um processador mais poderoso, memória adicional e capacidade melhorada para desempenhar um grupo especial de tarefas, como renderização de gráficos 3D ou desenvolvimento de jogos.
Servidor
Um servidor é um computador que foi otimizado para prover serviços para outros computadores de uma rede. Dependendo da rede, os servidores podem ter processadores poderosos, muita memória e discos rígidos grandes. Mas há servidores que são computadores comuns, usados ou para redes pequenas, ou para armazenar dados remotamente ou para uso dedicado de web sites.
Mainframe
Nos primeiros dias da computação, os mainframes foram computadores enormes que podiam encher uma sala inteira ou mesmo um andar todo. Como o tamanho dos computadores diminuiu e a capacidade de processamento aumentou, o termo mainframe caiu em desuso, em favor do servidor corporativo (enterprise server). Você ainda ouve o termo ser usado, especialmente em grandes empresas e em bancos, para descrever as enormes máquinas que processam milhões de transações todos os dias.
Minicomputador
Outro termo raramente usado, os minicomputadores ficam entre os microcomputadores (PCs) e os mainframes (enterprise servers). Os minicomputadores são chamados hoje de servidores midrange, ou servidores intermediários.
Supercomputadores
Este tipo de computador geralmente custa centenas de milhares ou até milhões de dólares. Embora alguns supercomputadores sejam um sistema de computador único, a maioria abrange múltiplos computadores de alto desempenho trabalhando em paralelo como um sistema único. Os supercomputadores mais conhecidos são feitos pela Cray Supercomputers.
Computador vestível
A última tendência em computação são os computadores vestíveis. Essencialmente, aplicações comuns para computadores (e-mail, banco de dados, multimídia, calendário/agenda) são integrados em relógios de pulso, telefones celulares, visores e até roupas.
PC
O computador pessoal (PC) define um computador projetado para uso geral de uma única pessoa. Embora um Mac seja um PC, a maioria das pessoas relaciona o termo com sistemas que rodam o sistema operacional Windows. Os PCs ficaram conhecidos primeiro como microcomputadores, porque ele era um computador completo, mas construído em uma escala muito menor que os grandes sistemas em uso na maioria das empresas.
DESKTOP
Um PC que não é desenhado para portabilidade é um computador desktop. A expectativa com os sistemas desktop é de que você vai colocá-lo em um local permanente, como, a sua estação de trabalho no escritório ou em seu home office. A maioria dos desktops oferece mais poder, mais capacidade de armazenamento e maior versatilidade por menos custo que seus irmãos portáteis.
LAPTOP
Também chamados notebooks, os laptops são computadores portáteis que integram, em um único pacote operado à bateria e levemente maior que um livro de capa dura, monitor, teclado e mouse (ou TrackBall), processador, memória e disco rígido. A grande vantagem do laptop é que eles dão mobilidade ao usuário sem perda de desempenho. Uma variação recente dos laptops são os netbooks e os PCs ultra móveis (UMPCs).
PDA
Os Personal Digital Assistants (PDAs) são computadores firmemente integrados que, com frequência, usam memória flash em vez de disco rígido para armazenamento. Esses computadores geralmente não têm teclado, mas se baseiam na tecnologia de tela sensível ao toque para a entrada de dados pelo usuário. Os PDAs são geralmente menores que um livro de bolso, muito leves e com bateria de duração e vida útil razoável. Uma versão levemente maior e mais pesada do PDA é o computador de mão, ou handheld.
Workstation
O quinto tipo de computador é a workstation, ou estação de trabalho. Uma workstation é simplesmente um desktop com um processador mais poderoso, memória adicional e capacidade melhorada para desempenhar um grupo especial de tarefas, como renderização de gráficos 3D ou desenvolvimento de jogos.
Servidor
Um servidor é um computador que foi otimizado para prover serviços para outros computadores de uma rede. Dependendo da rede, os servidores podem ter processadores poderosos, muita memória e discos rígidos grandes. Mas há servidores que são computadores comuns, usados ou para redes pequenas, ou para armazenar dados remotamente ou para uso dedicado de web sites.
Mainframe
Nos primeiros dias da computação, os mainframes foram computadores enormes que podiam encher uma sala inteira ou mesmo um andar todo. Como o tamanho dos computadores diminuiu e a capacidade de processamento aumentou, o termo mainframe caiu em desuso, em favor do servidor corporativo (enterprise server). Você ainda ouve o termo ser usado, especialmente em grandes empresas e em bancos, para descrever as enormes máquinas que processam milhões de transações todos os dias.
Minicomputador
Outro termo raramente usado, os minicomputadores ficam entre os microcomputadores (PCs) e os mainframes (enterprise servers). Os minicomputadores são chamados hoje de servidores midrange, ou servidores intermediários.
Supercomputadores
Este tipo de computador geralmente custa centenas de milhares ou até milhões de dólares. Embora alguns supercomputadores sejam um sistema de computador único, a maioria abrange múltiplos computadores de alto desempenho trabalhando em paralelo como um sistema único. Os supercomputadores mais conhecidos são feitos pela Cray Supercomputers.
Computador vestível
A última tendência em computação são os computadores vestíveis. Essencialmente, aplicações comuns para computadores (e-mail, banco de dados, multimídia, calendário/agenda) são integrados em relógios de pulso, telefones celulares, visores e até roupas.
Banda Larga - Parte II
Postado por
Anônimo
on domingo, 1 de agosto de 2010
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Agora vamos falar sobre as redes banda larga com fio, que são : Rede Elétrica, ADSL, Fibra Óptica e Cabo.
Rede Elétrica
Chamada de PLC(Power Line communication), a internet via rede elétrica esta sendo testada em São Paulo, em Minas Gerais, no Paraná e em Maceió pela(Eletropaulo, Copel e Cemig, respectivamente). Tem velocidade de 200Mbps. Como está em testes não tem preço, ja que não tem o produto para oferecer.
Pontos Positivos : Aproveita uma infra-estrutura ja existente na maioria dos lugares e tem velocidade relativamente alta.
Pontos Negativos : Quanto maior for a distância da casa do usuário aos servidores do servidor, pior fica a recepção e a velocidade; o sinal até é transmitido a longas distâncias, porém os dados se perdem quando chegam aos transformadores.
ADSL
Utiliza infra-estrutura de cabos de cobre(par trançado)como da telefonia comum. É a tecnologia mais usada atualmente, apesar de ser oferecida por poucas operadoras. Sua velocidade alcança até 30 Mbps. Custa R$ 30, porém depende de cabeamento, não disponível em locais mais longínquos.
Cabo
Utiliza infra-estrutura de cabo coaxial, que é a mesma usada para oferecer a TV á cabo ( TV por assinatura). Alcança até 20 Mbps e custa de R$ 100 a R$ 200.
Fibra Óptica
Tecnologia de interligação de residências por maio de fibras ópticas para o fornecimento de serviços de comunicação de dados, TV digital, Rádio digital, acesso á internet e telefonia convencional. A fibra óptica é levada até as residências, em substituição aos cabos de cobre ou cabos coaxiais( utilizados em televisão a cabo).
Há quem diga que a tecnologia é infinita, mas atualmente há tecnologia que suporta. Custa de R$ 200 a R$ 500. O WiMAX opera na faixa ISM( Industrial, Scientific, Medical)centrada em 2,45 GHz, que era formalmente reservada para alguns grupos sociais profissionais. A Anatel também liberou as faixas de 3,5 GHz e de 2,5 GHz.
Pontos positivos: Imunidade ás interferâncias eletromagnéticas e matéria-prima muito abundante(ao contrário dos cabos de cobre, por exemplo).
Pontos negativos: Custo de infra-estrutura ainda é alto, mas está barateando.
Rede Elétrica
Chamada de PLC(Power Line communication), a internet via rede elétrica esta sendo testada em São Paulo, em Minas Gerais, no Paraná e em Maceió pela(Eletropaulo, Copel e Cemig, respectivamente). Tem velocidade de 200Mbps. Como está em testes não tem preço, ja que não tem o produto para oferecer.
Pontos Positivos : Aproveita uma infra-estrutura ja existente na maioria dos lugares e tem velocidade relativamente alta.
Pontos Negativos : Quanto maior for a distância da casa do usuário aos servidores do servidor, pior fica a recepção e a velocidade; o sinal até é transmitido a longas distâncias, porém os dados se perdem quando chegam aos transformadores.
ADSL
Utiliza infra-estrutura de cabos de cobre(par trançado)como da telefonia comum. É a tecnologia mais usada atualmente, apesar de ser oferecida por poucas operadoras. Sua velocidade alcança até 30 Mbps. Custa R$ 30, porém depende de cabeamento, não disponível em locais mais longínquos.
Cabo
Utiliza infra-estrutura de cabo coaxial, que é a mesma usada para oferecer a TV á cabo ( TV por assinatura). Alcança até 20 Mbps e custa de R$ 100 a R$ 200.
Fibra Óptica
Tecnologia de interligação de residências por maio de fibras ópticas para o fornecimento de serviços de comunicação de dados, TV digital, Rádio digital, acesso á internet e telefonia convencional. A fibra óptica é levada até as residências, em substituição aos cabos de cobre ou cabos coaxiais( utilizados em televisão a cabo).
Há quem diga que a tecnologia é infinita, mas atualmente há tecnologia que suporta. Custa de R$ 200 a R$ 500. O WiMAX opera na faixa ISM( Industrial, Scientific, Medical)centrada em 2,45 GHz, que era formalmente reservada para alguns grupos sociais profissionais. A Anatel também liberou as faixas de 3,5 GHz e de 2,5 GHz.
Pontos positivos: Imunidade ás interferâncias eletromagnéticas e matéria-prima muito abundante(ao contrário dos cabos de cobre, por exemplo).
Pontos negativos: Custo de infra-estrutura ainda é alto, mas está barateando.

